terça-feira, 20 de março de 2012

No fim das contas

Não importa o que serei, o que será. Hipocrisia, mamatas. Planos e planos, mas do futuro quem sabe? E que ser sociável é esse? Tão sociável quanto mesquinha, individualista, incompreensível. Idiota, mesquinha. O que se precisa pra se afirmar? Tanto querer, e nunca basta? O que não satisfaz. Nem a indignação faz sentido, se nada resolve. Bichos são bichos e agem por impulso? Somos bichos? Fácil presa, a carne é fraca? Pois nao se engane! Se um dia você engana, um dia será enganado. Um dia rouba, um dia, furtado, no fim das contas todo prejuízo será cobrado. Uma justiça injusta não oprime as leis da natureza. O universo é como uma imagem diante de um espelho. Nossas almas, brinquedos coloridos luminosos. E toda ação atrai uma reação, como toda luz é refletida diante de um espelho. No final, nada ultrapassa, nada passa, nada desaparece, tudo se reflete, o que vimos e o que passou batido. O inconsciente ganha forma. Cada pensamento, cada grito, cada ação, cada dor causada. E de uma faísca de dor, em meio a névoa, surgirá a grande explosão. E todo prejuízo será cobrado.

3 comentários:

  1. Eu sugiro um formato de poema, pra mim tem sonoridade pra ser um...
    ;D

    Beijo, amiga!

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  2. mania de escrever tudo em prosa agora rsrs Mas valeu pela dica ;) bj

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  3. é praticamente uma lei newtoniana moça, logo inteessantissimo rsrs bjo.

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