As vezes eu me pergunto se o fim está fadado ao
caos. Se as tendência da vida é piorar. Não que eu seja pessimista. É um
pensamento fruto de observações. Todos temos sonhos, todos temos ideais.
Traçamos os nossos planos e, muitas vezes, as coisas não ocorre como desejamos.
Apesar de ter todas as respostas, sempre me sobram perguntas. Como se essas
respostas não me fossem suficientes, simplesmente por não me resolverem os
problemas. E a vida parece seguir assim, como um seriado sem fim. Bons momentos,
seguidos de dificuldades, decepção, perdas, derrotas. A fé inabalável, às vezes,
é posta em suspensão. E o que seria de nós, o que seria de mim sem essa fé.
Tristeza, medo e solidão. Essa fé que me dá força, que me faz erguer e que me
faz seguir. E me faz ver que o mundo é maior, que a vida é bem mais. O que
exatamente... não sei. E mesmo assim ainda duvido. A vida é isso? Lutas,
batalhas, vitórias, derrotas, sofrimento, dor... encurraladas nos erros
alheios. Egoísmo... o quanto podemos cobrar do outro...e de nós mesmos? O
quanto somos? Quanto podemos? Seríamos evoluídos o suficiente para assumir e
encarar um erro? E quando envolve dinheiro, vale a pena pagar o preço do próprio
desconcerto? E a vida se resume a uma estrada de altos e baixos. Parece que
cada vez mais, baixos. Como uma novela que no início incita muita expectativa, e
a medida que vai passando vai ficando sem graça. E ao chegar ao final, a vida
acaba triste, com muitas lágrimas e lamentações. Que depois passam, e a vida
continua pra quem continua vivo, e um dia...acaba.
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